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Freguesia de Góis
Rua 5 de Outubro, n.º2
3330-341 Góis
Tel./Fax. 235 778 987

Área: 74,82 km2
Habitantes: 2345 (censo de 2001)

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Escoteiros de Góis no Jota Joti 2009

Os escoteiros de Góis participaram numa actividade mundial, durante o terceiro fim-de-semana de Outubro, contactando escoteiros dos cinco continentes, partilhando experiências, fazendo novas amizades e interagindo nesta aldeia global, que é o mundo.
Este ano, o grupo 74 apenas participou no Joti (Jambore in the internet), não participando no Jota pois as dificuldades do equipamento necessário (equipamentos de rádio amador) não puderam ser solucionadas.
Sobe o tema “respeitar e valorizar o ambiente”, os escoteiros montaram acampamento no dia 17 de Outubro nas traseiras da sede da ADIBER.
A estação base foi composta por cerca de 10 computadores, ligados à internet, fruto de uma parceria do Grupo 74 com o Programa Escolhas e a ADIBER.
Durante os dias 17 e 18, as quatro equipas criadas, levaram a efeito um jogo na vila de Góis, durante o qual foram recolhidos alguns quilogramas de lixo, óleo usado, pilhas, embalagens e papel, respeitando e valorizando a vila de Góis.
Houve ainda tempo para um jogo nocturno, rádio local e um sarau nocturno bastante animado. Foi também criada uma equipa para participar numa actividade com os países lusófonos, onde o grupo de Góis ficou entre os primeiros a nível nacional tendo obtido a classificação de prata.
Os escoteiros agradecem o apoio da ADIBER, técnicos do programa escolhas, Câmara Municipal e do Sr. Moura Gonçalves, que cedeu o equipamento de som.
Para o próximo ano fica o desejo do regresso para uma actividade onde a presença do Grupo 74 se torna obrigatória, ficando a promessa de se realizar mais e melhor.
Mas, para sabermos ao certo o que é o Jota e o Joti, nada melhor que ouvir quem participou nesta actividade, pelo que, segue-se a transcrição de um texto elaborado pelo Afonso Marques Silva, elemento da alcateia, que tem apenas oito anos de idade.

“O que é o jota joti? Navega neste texto e descobre o que é!
O que significa jota?
A palavra JOTA é a união das primeiras letras da seguinte frase:jamboree on the air. E isto significa encontro dos escoteiros através de rádio amador.
O que significa joti?
JOTI vem da frase jamboree on the internet e significa encontro dos escoteiros pela internet.
Quando é que acontece?
Todos os anos no terceiro fim-de-semana de Outubro.
Quantos escoteiros participaram?
Fomos 500 mil escoteiros de todo o mundo.
Sabias que…
Todos os jota joti´s têm um tema. Este ano foi o meio ambiente.
Porque é tão fixe?
Porque falamos com escoteiros de culturas diferentes. Os adultos dizem que é uma actividade que promove o diálogo intercultural.
Afonso Marques Silva”
in: http://escoteiros74gois.blogspot.com/
 
Lei dos poços e furos criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
LEGALIZAÇÃO DE FUROS E POÇOS
Foi publicada a alteração ao Decreto-Lei n.º 226-A/2007, de 31 de Maio, que prorroga, por um ano, o prazo para a regularização dos títulos de utilização de recursos hídricos previsto neste diploma. Esta alteração prorroga até 31 de Maio de 2010 o prazo para a regularização dos títulos de utilização de recursos hídricos estabelecido na lei, inicialmente previsto para 31 de Maio 2009.
De acordo com o artigo 89º do D.L. 226-A de 31 de Maio de 2007, existe um prazo até 31 de Maio de 2009 (agora prorrogado) para requerer Autorização para Utilização dos Recursos Hídricos, ou seja, a legalização de todas as captações de água, por furo ou poço, sem que seja aplicada qualquer coima ao respectivo proprietário.
A utilização dos recursos hídricos sem a respectiva autorização constitui uma contra-ordenação muito grave, punível com coima, com um valor mínimo de 25.000€.
Os pedidos de emissão de título de utilização dos recursos hídricos devem ser instruídos de acordo com o regulamentado na Portaria n.º 1450/2007, de 12 de Novembro.
Mais esclarecimentos:
Administração da Região Hidrográfica do Centro, I.P.
Edificio Fábrica dos Mirandas
Rua Cidade de Aeminium
3000-429 Coimbra
Tel. 239850200
Fax 239850250
Nunes Correia clarifica “lei dos poços”

O Ministério do Ambiente quer clarificar o que ficou conhecido como a “lei dos poços”. Em causa estão os critérios e procedimentos para o cadastro de captações de água que, nos meios rurais e agrícolas, tem causado bastante inquietação.

Nunes Correia considera que o procedimento foi mal interpretado mas, entretanto, já foram alterados os formulários e o ministro vai fazer publicar um despacho para clarificar a polémica.
As captações de água com meios de extracção de potência inferior a cinco cavalos não precisam ser cadastrados, quer sejam anteriores ao ano de 2005 ou recentes.
Ou seja, os proprietários de poços ou furos que operem com bombas até cinco cavalos não precisam sequer comunicar à Administração de Recursos Hidrográficos a sua existência. E estes são, segundo o Ministério do Ambiente, muito mais de 95% dos casos, pessoas que têm pequenas captações de água para rega ou para os animais.
Porque se gerou alguma polémica em torno deste assunto, o ministro Nunes Correia esclarece que apenas as captações de água com potência acima dos cinco cavalos — antigas ou novas — necessitam de comunicação às autoridades, para que obtenham a autorização de utilização, o que podem fazer até 31 de Maio de 2010 sem qualquer pagamento administrativo.
Nunes Correia esclarece "lei dos poços"
Todos os outros proprietários de poços ou furos só comunicam se assim quiserem e têm vantagens em fazê-lo.
Convém, no entanto, esclarecer que não existe nenhuma “lei dos poços”. O cadastro dos poços foi introduzido pela Lei da Água de 2005
 
Eleição para o Parlamento Europeu - 07.06.2009 - Freguesia de Góis criar PDF versão para impressão enviar por e-mail

 

Inscritos/votantes

Mesa 1

Mesa 2

Mesa 3

TOTAIS

Inscritos

820

808

389

2017

Votantes

335

296

177

808

Votos em Branco

10

27

8

45

Votos Nulos

10

11

3

24

Partidos e Coligações

Mesa 1

Mesa 2

Mesa 3

TOTAIS

B. E.

24

29

14

67

PCP-PEV

14

23

8

45

PPD/PSD

100

61

59

220

MPT

0

3

4

7

PPM

6

0

0

6

MEP

2

6

1

9

PS

147

111

64

322

CDS-PP

14

16

12

42

PNR

1

0

0

1

MMS

3

2

1

6

PCTP/MRPP

2

4

1

7

POUS

1

0

0

1

PH

1

3

2

6

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23 de Maio de 2009 criar PDF versão para impressão enviar por e-mail

Festa da Freguesia de Góis

Encheu Casa do Concelho, em Lisboa

Inserido nas comemorações do 80.º aniversário do regionalismo goiense, realizou-se no passado dia 23 de Maio, na Casa do Concelho de Góis, em Lisboa, a festa da Freguesia de Góis.

À semelhança das festas das restantes freguesia do concelho, o evento foi um sucesso que encheu completamente a Casa de Concelho de conterrâneos e amigos de Góis.

Com dois autocarros, de dois andares, que se deslocaram do concelho e contando com aqueles que embora a morarem em Lisboa, não esquecem a sua terra Natal, a casa de Concelho, em Lisboa, recebeu um avultado número de presenças que partilharam saberes, experiências e recordações de Góis, numa festa que, para além de mostrar o artesanato, pintura e gastronomia local conseguiu animar todos com a sua boa música, tentando manter viva a chama do Regionalismo.

O evento, promovido pelo Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis, contou também com a organização da Junta de Freguesia de Góis na elaboração do programa que preencheu a animada tarde de Sábado.

O cenário era encantador, com as paredes preenchidas por belíssimas pinturas da autoria de: Sandra Gonçalves, Pedro Pinto, Manuel Rodrigues, Helena Bandeira (Lenita) e José Rocha Barros. Todos tiveram ainda a hipótese de apreciar e comprar produtos regionais de fabrico artesanal, elaborados pelos artesãos Olinda Tomás e José Joaquim Cerdeira.

Para dar início ao programa tomou a palavra o Dr. Luís Martins, presidente do Conselho Regional da Casa do Concelho que começou por agradecer a presença de todos, pedindo em seguida um minuto de silêncio pelo falecimento de mais um director da casa de Concelho: o saudoso Adelino Veiga, falecido no passado mês de Abril.

Fez um balanço das comemorações do 80.º aniversário do Regionalismo goiense, realizadas na Casa Concelhia e referiu que “nas cinco sessões comemorativas houve várias actuações no campo cultural”, acrescentando que se tentou “divulgar a nossa cultura, nos seus diversos âmbitos: a nível musical, folclore, gastronomia, artesanato,

pintura, escrita, etc.” e terminou agradecendo a todos os que colaboraram nos cinco eventos realizados.

Em representação da ADIBER, a Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira agradeceu o convite, cumprimentou todos os presentes e manifestou o gosto com que a ADIBER sempre trabalhou com a Junta de Freguesia de Góis, que segundo acrescentou: tem à sua frente um presidente, Alberto Jorge Reis, que ao longo das últimas três décadas tem feito uma excelente gestão autárquica, elogiando também o trabalho dos que têm feito equipa com ele.

Lurdes Castanheira, saudou ainda a Casa do Concelho pelo evento realizado e pela forma como sempre souberam acolher os goienses e as suas instituições.

Neste “encontro de naturais e amigos da freguesia de Góis”, em seguida, tomou a palavra Graciano Rodrigues, em nome da Junta de Freguesia de Góis, que agradeceu a presença de todos e justificou a ausência da vereadora da cultura, Helena Moniz, que, conforme disse: “apesar de já estar em Lisboa teve que regressar a Góis de urgência, por motivo de falecimento de um familiar próximo”. Graciano acrescentou ainda o gosto que a vereadora teria em estar presente na festa da freguesia de Góis, muito em especial por ter sido a freguesia que a viu nascer e que escolheu para residir. A título de curiosidade Graciano lembrou ainda que Helena Moniz já foi presidente da Assembleia de Freguesia de Góis, cargo que desempenhou com todo o amor, disse.

Em nome da Junta de Freguesia, Graciano Rodrigues apresentou o programa a realizar ao longo da tarde.

Agradeceu aos pintores e artesãos que se disponibilizaram para expor os seus trabalhos e aos funcionários da Junta de Freguesia pela forma como colaboraram na realização da festa.

Fez ainda uma breve descrição das obras realizadas, nos últimos anos, pela Junta de Freguesia, evidenciando a vertente humana onde investiram fortemente no último mandato.

Em nome da Assembleia de Freguesia de Góis, Rui Miguel Catarino cumprimentou todos os presentes e passou a ler uma mensagem da presidente da Assembleia de Freguesia, Carla Sofia Moreira, na qual se notou nitidamente o amor que a Carla nutre pela sua terra e o gosto em dizer que é goiense, tentando transmitir aos presentes o “bichinho” de divulgar o concelho de Góis, no sentido de aproximar cada vez mais as pessoas da sua região, tentando colmatar a desertificação.

Seguiu-se o presidente da Direcção da Casa do Concelho, José Dias Santos, que, depois de cumprimentar a mesa, com uma saudação especial, dirigiu-se ao sócio número um da Casa de Concelho, Armando Gualter Nogueira. Agradeceu a presença de todas as pessoas que se deslocaram de Góis, para virem a uma casa que, conforme referiu: “é um cantinho de Góis em Lisboa”.

Em seguida, tomou a palavra o presidente da Assembleia Municipal de Góis, José António Pereira de Carvalho que começou por cumprimentar e saudar todos os goienses presentes, revendo entre eles “amigos de longa data, bem como todos aqueles que gostariam de estar presentes mas que o não puderam fazer pelos mais variados motivos”, disse, referindo também que se encerra com "Chave de Ouro" o ciclo de Festas das Freguesias do concelho.

Fez ainda referência às belezas naturais de Góis, aos muitos eventos ali realizados anualmente, assim como ao acolhimento dado a quem nos visita, “é terra de gente sã, ordeira e trabalhadora, sede das principais Entidades concelhias, como será o caso do Centro Social Rocha Barros, Santa Casa da Misericórdia de Góis, Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Góis, Associação Educativa e Recreativa de Góis, com as suas ramificações em sede de Banda e do Futebol, empresas de Faianças, de Alumínios, de Madeiras, entre muitas outras”, disse o edil aconselhando à visita de uma freguesia "Com Vida".

Fez também uma breve descrição do que foi apresentado ao longo das diversas festas das freguesias do concelho de Góis, afirmando que “por aqui foi apresentado o que de melhor existe na nossa região”.

Louvou o trabalho que a casa de Concelho de Góis tem desenvolvido, e mostrou-se convicto, que a Casa do Concelho deve ser encarada como um parceiro social, junto do poder local.

O presidente da Assembleia Municipal terminou com uma palavra de optimismo para os jovens, naturais ou oriundos do concelho de Góis, a quem saudou particularmente e incentivou a lutarem pelas suas convicções.

Marcaram também presença na mesa de abertura o sócio número um da Casa de Concelho, Armando Gualter Nogueira e o presidente da Junta de Freguesia de Góis, Alberto Jorge Reis.

Terminada a sessão de abertura, o programa continuou em torno do tema: “Desertificação - passado, presente e futuro”, que contou com uma apresentação de Graciano Rodrigues que

apresentou gráficos com o diagnóstico desde 1911 até 2001, do fenómeno da desertificação, nas diferentes freguesias do concelho de Góis.

Despovoamento e Regionalismo foi o tema abordado pelo Eng. João Nogueira Ramos, que fez uma abordagem dos diversos modos de povoar e despovoar, vendo o lado positivo do despovoamento que, no seu ponto de vista, acabou por também trazer coisas positivas para o concelho, reportando-se ainda para alguns factores que podem estar na origem do desenvolvimento de uma região.

Para fazer uma abordagem histórica de Góis e da sua génese, seguiu-se o Mestre João Simões que foi ao mais ínfimo do tema iniciando por apresentar como apareceu o planeta terra, falando dos mais remotos tempos da génese goiense e das diversas transformações até ao tempo actual.

Fez também uma alusão ao pelourinho, incitando para que este volte a ser colocado e falou ainda do grande potencial que tem o concelho de Góis.

Com o tempo muito curto para conseguir transmitir todos os seus conhecimento, alusivos ao tema, o Mestre João Simões encerrou “com chave de ouro” disponibilizando-se para partilhar o seu saber com quem se manifestar interessado.

Finda a sessão, seguiu-se a actuação da Orquestra Ligeira da Associação Educativa e Recreativa de Góis “Force Band”, onde os mais jovens elemento da Filarmónica de Góis mostraram os seus maravilhosos dotes musicais com uma fabulosa interpretação, que encerrou ao som da marcha de Góis “O Ceira Corre...”

Para terminar, bem à moda de Góis e todos puderem dar um “pezinho de dança” e cantarem ao desafio, subiram ao palco os acordeonistas Acácio Daniel Bandeira, de Cortecega e Luciano Neves Martins, da Folgosa.

No final de todo o programa seguiu-se um jantar volante, onde não faltaram as iguarias regionais e o bom vinho de Góis.

Noticia em "O Varzeense" de 30.05.2009

 
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